Como se sentem os professores em relação a sua prática pedagógica? Que análises a Equipe Diretiva faz do seu próprio trabalho? Há mais pais tranqüilos ou temerosos em relação à aprovação dos seus filhos? Quantos alunos estão ansiosos com as notas que refletem parcialmente sua caminhada pelos conteúdos oferecidos para que cresçam integralmente? De todos os membros da comunidade escolar, quantos serão humildes, justos e verdadeiros ao fazerem uma auto-avaliação do papel que desempenharam no decorrer do ano?
Erros e acertos acompanharam professores, diretores, orientadores, pais e alunos. Que atire a primeira pedra quem nunca falhou! Que colha flores quem já acertou! Não há dúvidas de quem ninguém poderá arremessar uma pedra e de que todos estarão segurando um buquê. A diferença estará na quantidade de flores e nas cores do buquê que cada um poderá fazer no momento da colheita. Haverá flores murchas no meio das vigorosas e vice-versa. Alguns formarão um buquê com margaridas, azaléias, copos-de-leite, estrelinhas, lírios, e galhos de samambaias. Outros, sabem que em seu buquê haverá apenas rosas e um galhinho de avenca!
A escola sofre porque é formada por seres humanos que desejam, amam, batalham, cansam, traem, adoecem, decepcionam-se, tem expectativas e sonhos. Nem todo sofrimento é ruim!
A escola vibra porque é formada por pessoas que fantasiam, pensam, descobrem, concretizam idéias, colaboram e buscam caminhos. Nem todas as vibrações são positivas!
A escola não pára porque o mundo precisa de um lugar onde as diferenças se encontrem, os calor humano se apresente, o conhecimento seja explorado, as dores tragam aprendizagem e as perguntam busquem respostas.
Certamente, as mãos mais bonitas estarão colhendo as flores mais belas dentro das melhores escolas. Precisamos acreditar ainda mais no potencial educador das instituições de ensino e portanto, na força transformadora existente em cada um dos seus membros.
Mais mãos, mais flores! Mais flores, mais qualidade! Mais qualidade, mais escolas melhores!
